Foi um prazer conhecê-las no ano passado. Aguardava com imensa ansiedade encontrá-las novamente neste mês de maio, mas infelizmente não será possível. Espero que entendam e relevem esse fato quando eu marcar nosso próximo encontro. Sinceramente,
O que eu fiz para os bancos só me darem problemas?
Banco Paulista, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal…
O mais recente é o Banco Real. Ô banco zoado.
Tenho uma conta no Itaú e sempre a movimento pela internet, em casa e no trabalho. Vai tentar fazer isso no Real.
Primeiro você tem que cadastrar o seu computador. Depois tem que instalar um programa no seu browser para evitar malwares. Aí quando você vai pagar as contas SÓ DÁ SISTEMA INDISPONÍVEL!
Tive que abrir essa conta no início do ano e vivi todos esses contratempos. Sabe qual foi a solução? Transferir o dinheiro para o Itaú.
Ontem resolvi tentar mais uma vez. So naïve…
Fui colocar crédito num celular, fiz tudo e depois que apertei o último botão de confirmação, SISTEMA INDISPONÍVEL!
Pago DOZE reais de tarifa de manutenção e como não consigo pagar as contas sou obrigado a arcar com mais OITO para transferir para o Itaú.
Isso mesmo, VINTE reais jogados fora TODO MÊS com esse banquinho.
“Moro num país tropical, abençoado por Deus”
– Jorge Ben Jor
Brasileiro tem tanta fé. É só ver um ônibus vazio e acha que serve para ele.
Ontem peguei um que ia para o Largo São Francisco e vi 4 (QUATRO) pessoas que tentaram pegá-lo para ir desde o Parque D. Pedro (que, acredito, não é tão longe) até a Chácara Flora (totalmente fora de mão).
“A ignorância é uma benção” foi a frase do dia.
Bem, estou atrasado para o serviço, me desculpe então, mas vou-me já.
Sexta eu estava observando o trânsito e vi uma mulher descendo de um carro no ponto de ônibus.
Na hora que eu a vi começaram a vir algumas informações da vida pessoal dela na minha mente.
Eu SABIA que:
- não ia pegar o ônibus em que eu estava;
- era casada;
- tinha um filho; e
- tinha mestrado.
O pior é que eu tinha absoluta certeza que:
- engravidou durante o mestrado;
- defendeu a tese carregando o filho a tiracolo; e
- ia pegar o ônibus Metrô Praça da Árvore, ficaria de pé perto da porta de saída da direita e um passsageiro acima de qualquer suspeita (um japonês, para ser exato) ficaria ouvindo a conversa dela.
Opa, acho que o último item foi um déjà vu.
PS: Não é culpa do japonês se esse povo gosta de falar da vida privada em público.